tempo de oportunidades

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segunda-feira, junho 17, 2019

É bom? É Superbom.

Por Célio Barcellos
A empresa alimentícia, Superbom, há quase um século é responsável em levar comida saudável à mesa das pessoas. Essa instituição, ligada à Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), desde 1925 opera na zona sul de São Paulo, próximo ao Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), instituição de ensino também ligada a Organização Adventista. 
Na quinta-feira (13/06), os produtos Superbom estiveram presentes no Concílio pastoral da Associação Paulista Central (APaC) realizado no Centro de Treinamentos de Analândia/SP. O Pr. Jailton Borges, diretor financeiro da APaC, juntamente com a loja do Serviço Educacional Lar e Saúde (SELS), promoveu junto aos pastores, um “mega" desconto nos produtos que chegaram a 50%. Os pastores além de ficarem abastecidos com a Palavra de Deus e motivados para a missão, também puderam adquirir produtos saudáveis.

Além da missão de salvar, a Organização Adventista procura incentivar as pessoas, sobretudo os seus membros, para que invistam cada vez mais em uma alimentação saudável. O carro chefe da Superbom, sempre foi o delicioso suco de uva. Porém, existem mais de 70 produtos veganos. Uma curiosidade! O nome da empresa passou a ter esse nome, por ocasião de uma visita dos diretores ao então presidente Getulio Vargas. Quando o presentearam com o suco, perguntaram: É bom presidente? Ele respondeu: É super bom. 
Para quem ainda não provou, recomendo adquirir os produtos gostosos e saudáveis produzidos por esta industria quase centenária. Para aqueles que gostam das praças de alimentações, uma novidade é a parceria feita recentemente entre Superbom e a rede de restaurantes Girafas. Para atender a um número crescente de veganos e ovolactovegetarianos, a primeira aquisição do Girafas, foi de 5 toneladas em produtos. 

É bom saber que a Organização Adventista, além de pregar o evangelho, também tem a devida preocupação com a saúde e bem-estar das pessoas. Além da Superbom, na América do Sul, a organização tem também a Granix, industria de alimentos argentina que exporta para vários países e detém mais de 50% do mercado naquele país. 
Portanto, se você ainda não experimentou as delícias da Superbom, procure entrar em contato no www.superbom.com.br e veja o melhor para a sua saúde. Afinal, a Superbom é pioneira em alimentos para quem procura uma alternativa à carne. O que você está esperando? Experimente, que é Superbom! 

sexta-feira, junho 14, 2019

Uma casa no campo


Por Célio Barcellos
Em um mundo repleto de coisas horrendas, ainda podemos ver coisas maravilhosas como essa bela paisagem. Não faço idéia onde fica esse lugar! Capturei a imagem do twitter de Beatriz Martinez, natural de El Salvador, na América Central.  Que pintura da natureza! Simplesmente fantástica! 
Não tive como não me lembrar de Elis Regina cantando “Casa no Campo” quando descreve a simplicidade da vida e do sossego. Imagino que as pessoas que vivem na cidade, mesmo que por um final de semana gostariam de um refúgio, onde pudessem recarregar as energias para o enfrentamento das lutas diárias.
Imagina o desconforto que muitos brasileiros passaram na manhã dessa sexta-feira ao se dirigirem para os locais de trabalho e virem protestos que os impediam de chegar no horário para os compromissos!? O mundo do caos não combina com o mundo do sossego, da tranquilidade, da reflexão…
É claro que na transitoriedade da vida, uma casa no campo parece ser a solução para  as nossas fadigas; nossos dilemas; nossas depressões; nossas angústias; enfim… parece ser a solução mas não é. Ver “carneiros e cabras pastando solenes” nos jardins é uma coisa que a vida no campo proporciona, mas como seres humanos, ansiamos muito mais do que isso.
Talvez José Rodrigues e o Tavito, quando num ônibus nas belas paisagens do Goiás, compunham “Casa no Campo”, tenham descrito de forma imperfeita, um sossego que o próprio Deus quer proporcionar ao ser humano. Ah, se eles tivessem enxergado além do serrado e dos verdes pastos! 
Quando em Isaias 65:17-25, descreve os novos céus e nova terra, percebemos que o mundo do caos que vivemos hoje, será engolido pelo mundo do perfeito equilíbrio. As pessoas descritas por Isaias, terão as suas casas e viverão felizes e sem os transtornos atuais. Elas não verão somente “carneiros e cabras”, mas o “lobo e o cordeiro” pastarem juntos, bem como o “leão e boi” comerem da palha. Até a serpente, símbolo do mal, não oferecerá risco nenhum.

Portanto, se em El Salvador, no Goiás ou em qualquer lugar da face da terra, há belezas indescritíveis, imagina, se enxergarmos o que Deus tem oculto para nós!? Assim como Isaias descreve um lugar inimaginável, o último profeta da Bíblia - João, descreve uma grande cidade, com o seu lindo jardim, não para passarmos um final de semana ou nossos últimos momentos de vida, mas para desfrutarmos de uma vida eterna, repleta de coisas legais e no bom convívio com Deus e com as pessoas.



sexta-feira, junho 07, 2019

Laboratório insano

Imagem: maringapost.com.br
Por Célio Barcellos

Rhuan Maycon era o nome dele e só tinha 9 de idade. 
Tão pequeno e infantil, passar por tamanha crueldade.
Com a irmazinha de apenas 8, no DF ele vivia,
Sofrendo intensamente, agressões e covardia.

Os seus pais, na verdade mães, ou sei lá como se diz...
É que na confusão de gênero, parece não haver mais sexo.
A mulher quer ser homem e homem quer ser mulher.
Parece até virar bicho e o tal do jacaré.

Desvios no comportamento humano,
São resultados do pecado.
Demonizar héteros e beatificar os gays,
É uma estratégia do diabo.

O Nardoni contra Isabella, foi pura crueldade.
E a mídia, se encarregou da extensa publicidade.
E o porque do silêncio neste caso…?
O sangue do Rhuan, não clama por acaso?

Tanto gays quanto héteros, são amados por Deus.
Mas  precisam abandonar, os muitos, pecados seus.
A biologia define quem é fêmea e quem é macho.
A insanidade insiste em contrariar cromossomos de fato. 

Como o etíope e o leopardo não mudam sua pele,
Ninguém poderá deixar de ser o que sempre foi.
Se a criança nasceu menino, não queira torná-la em menina.
O pequeno Rhuan soube bem, a neurose dessa sina. 

Quantos Rhuans estão nos laboratórios?
Se legal ou clandestino, a mutilação é um extermínio,
Pois o corpo do ser humano, mesmo rejeitado por ele, 
É tratado por por Seu Criador, como um templo do Divino. 

Que Jesus Cristo venha logo e estabeleça o Seu Reino.
Onde não haverá confusão, muito menos o tal gênero.
De fato, todos serão iguais sem disparidades existentes,
Pois o ser homem e o ser mulher, são cromossomos permanentes.

Descanse em paz Rhuan! 
Mesmo não sabendo de nada, irás ressuscitar. 
Não para ser zombado e mutilado,
Mas para o encontro do Senhor, o seu querido, Pai amado. 

Que Deus proteja os inocentes! de gays e héteros, insanos e cruéis.


domingo, junho 02, 2019

Evangelismo urbano, mais que urgente


Por Célio Barcellos
Ao perder o sono nesta madrugada (02/06), decidi dedicar um tempo em oração pelas cidades. Aproveitando o ensejo, iniciei a produção desse texto acerca da missão nos centros urbanos. Especialmente por perceber a urgência que a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) está dedicando ao evangelismo nas cidades. 
Após a participação em dois dias no #Compassion2019, notei o que a visão de uma pessoa apaixonada pela missão pode causar. Falo do Jair Miranda. Um jovem pastor, natural da Paraíba, mas que serve na Associação Paulista Leste (APL) e idealizador do #Compassion. O projeto foi iniciado há quatro anos com o objetivo de capacitar líderes para alcançar a região da (APL), pois 7 milhões de pessoas vivem naquela geografia. 
Com o apoio da Administração da (APL), o evento local ganhou força e foi aberto para que pastores e leigos de outros lugares do Brasil pudessem participar. Em sua 4a edição, percebe-se o interesse de pastores, dos Campos administrativos e até mesmo da Divisão Sul Americana (DSA), uma vez que ano passado e no atual, a mantenedora da IASD, compareceu ao projeto dando a sua contribuição.  
Duas obras recentes produzidas pela Igreja acerca da missão nas cidades
Pois bem, em minha primeira ida ao #Compassion, notei a organização e intencionalidade  com que é feito esse, que imagino ser, o maior treinamento anual para evangelismo urbano no contexto adventista brasileiro. O alto nível dos convidados, mostra a seriedade desse MOVIMENTO. Uma pena ter assistido apenas aos dois dias iniciais, pois não vivenciei os workshops, que é onde a coisa acontece. É a oportunidade de ver projetos desenvolvidos pelo Brasil. 
As falas dos palestrantes foram muito oportunas! Gilson Brito, orador de A Voz da Profecia, fez a abertura com um devocional conclamando os pastores para glorificarem a Deus e enfatizou o chamado para inspirar pessoas e não somente impressioná-las; Agnaldo Guimarães, falou acerca da “cultura juvenil”; Arthur Stele, disse que a “missão sempre possuirá desafios. Ela nunca foi e nunca será uma obra fácil”; Emílio Abdala, alertou quanto aos perigos de copiar métodos sem examinar o contexto e Elias Brasil, discorreu com propriedade o assunto: “A cidade na Bíblia”. 
Na fala de Brasil, três coisas bem destacadas: 1) As pessoas vivem na cidade; 2) A igreja precisa evangelizar as cidades; 3) Existem os que possuem preconceito contra a cidade. Apesar da cidade ser um local onde o pecado reina de forma acentuada, Brasil destaca que a “igreja precisa confrontar o pecado na cidade”. Ele ainda destacou que “Jesus nasceu numa cidade, cresceu numa cidade e morreu numa metrópole - Jerusalém”. 
Assim, mesmo que na mentalidade de alguns, há o acentuado desejo de que a igreja se retire da cidade e vá para o campo (não há nenhum problema em ir para o campo), há na mente de tantos outros, o compromisso de evangelizar a cidade, pois afinal, a maior parte da população do mundo está na cidade. 
Momento de oração entre os pastores


Sem contar que, no contexto do povo de Deus, a história começa com um jardim (Éden) e termina com uma cidade (Nova Jerusalém). Deus ama as pessoas que moram na cidade e a igreja precisa também amar. Até porque, se cremos em um evangelho eterno, a ordem é pregar “a cada nação, e tribo, e língua, e povo…” (Ap 14:6). E o povo mora tanto nos interiores quanto nas pequenas, médias e grandes cidades. 




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