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Meu pai avô

Por Célio Barcellos Neste dia dos pais, lembro-me com saudades do meu avô. Ele, juntamente com a minha vovó assumiram a minha criação.  A minha mãe muito simples, do sertão de Itaúnas/Conceição da Barra-Es, se envolveu com um jovem mais novo em Pedro Canário/ES e acabou engravidando. Se fosse nos dias atuais, muitos conselhos demoníacos surgiriam para que ela abortasse.  Nos relatos de minha mãe, um medo enorme passou por sua mente em virtude da possível reação negativa por parte dos meus avós.  No entanto, eles a aceitaram comigo em seu ventre.  Minha mãe na cozinha do Restaurante Santo Antônio em Pedro Canário/ES À medida em que eu crescia, me lembro de algumas vezes ter ficado triste e até mesmo chorar. Não sei se por falta do pai, pois o meu saudoso vovô procurou dentro da sua simplicidade, suprir essa falta. Me recordo do dia em que me escondi enrolado numa esteira por detrás da porta e desabei em lágrimas. Eu estava com muita saudade de minha minha mãe.  O meu vovô sempre me toma

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