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Tempestade Inesperada - Parte 2

     Por Célio Barcellos Os ventos uivantes assustaram a cidade ! Numa força descomunal uivaram a destelhar casas e a arrancar árvores 🌳. As árvores não eram Sequoias ou Baobás em seus milênios de existência, mas árvores frondosas e com dezenas de idade. Já eram senhoras que refrescavam transeuntes nas alamedas de Pirassununga! Confesso que deu dó ao vê-las tombadas e rasgadas. Do solo, ao oco do tronco, as fibras repletas de seiva, pareciam “coxas de frango” esticadas por caninos famintos. O tombar das árvores, fez tombar os pássaros. Centenas de pombos; de pardais; de rolinhas e de tantos outros que dormiam em suas copas, não suportaram as rajadas dos ventos e as saraivadas de pedras. As casas e galpões foram descobertos pela fúria do vento que explodiu do Céu em direção à Terra, num desenho perpendicular invisível e que saiu arrastando tudo pela frente.  Louvado seja a Deus por não ceifar vidas humanas!  O pânico foi geral e certamente provocou medo. Nas crianças, nem se fala!

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