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O legado dos avós parte 2

Por Célio Barcellos No texto anterior iniciei falando sobre o filósofo judeu-alemão Franz Rosenzweig para escrever sobre a linda história de Catalina Perez. No entanto, como hoje é comemorado o dia dos avós, não posso deixar de mencionar a influência dos meus avós em minha vida. No que se refere a religião, em particular devo à minha vó o incentivo para participar do catecismo e também o hábito de ir à igreja.  O meu avô não era muito de ir à igreja, mas em casa tinha um oratório com a imagem da Penha. Inclusive, antes de morrer passou para a Dona Dorota do Sr. Osmar (ambos in memorian ). Desde pequeno, eu nunca gostei de venerar imagem de escultura. Respeito a fé de quem o faz, mas nunca entrou em minha mente venerar algo inanimado feito por mãos humanas. Mas como mencionei, sempre respeitei quem o faz. Sou grato a Deus pela herança religiosa deixada por meus avós. Uma coisa que minha vó nunca conseguiu convencer-me era frequentar terreiros de umbanda. Ela era um tanto sincrética ness

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