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domingo, maio 19, 2019

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Liberdade religiosa - um direito inalienável



Por Célio Barcellos

Na manhã deste domingo (19), o hall central da igreja do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP-EC), recebeu o Encontro de Advogados e Líderes de Liberdade Religiosa da Associação Paulista Centra (APaC). A abertura do evento, contou com a participação de um concerto erudito proporcionado pela Camerata UNASP, sob a regência do maestro Samuel Krähenühl.
Esse encontro de louvor a Deus, estudo e oração pela Liberdade Religiosa, foi promovido pelo Pr. Jimmy Cardoso, departamental de Liberdade Religiosa da (APaC). O objetivo foi clarificar e despertar a consciência para a importância de um tema tão importante, ou melhor: indispensável para a igreja. 


O evento teve como participantes, alunos do curso de direito do UNASP; advogados da região central do Estado de São Paulo e líderes de liberdade religiosa da APaC. Os palestrantes foram: Dr. Dilson Cavalcanti (Professor de Direito no UNASP); Dr. Alcides Coimbra advogado da União Central Brasileira (UCB); Dr. Samuel Luz presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Crenças (ABLIRC) e Dr. Markus Henrique, assessor da Dep. Damaris Moura.
O que ficou bem destacado entre os palestrantes, foi o “conceito de direito e não o de religiosidade”. Ou seja: O fato de representantes da igreja estarem num evento em que demais representantes de várias religiões, inclusive os de matriz africana, também estejam, os membros da igreja precisam compreender que para a igreja, o encontro não se trata de religiosidade, mas do direito do individuo praticar a sua religião.


Por isso, ao defender o direito do outro exercer a sua crença, a igreja está defendendo o seu próprio direito à liberdade religiosa. De acordo com o Dr. Markus Henrique, no que se refere a crença e fé, o “direito do ser humano está acima do positivado”. E ele ainda disse mais: “Se a lei do Estado for contrária à liberdade de consciência do individuo, o mesmo tem o direito de não obedecer”. 
Como Adventistas do Sétimo Dia, temos o dever de exercer a liberdade religiosa como uma “via de mão dupla”. As sagradas Escrituras, base das crenças adventistas mostram que é preciso agir com sabedoria, aproveitar as oportunidades e temperar bem as palavras ao se dirigir a quem pensa diferente de nós (Colossenses 4:5,6).
Eis a grande responsabilidade nas mãos dos adventistas! Como propagadores da Esperança em um mundo carente da mesma, torna-se necessário a real compreensão desse assunto tão importante. No bojo das mensagens distintivas que possuem, os adventistas precisam compreender que não precisam ser exclusivistas, mas um povo que respeita as pessoas e que sabe aproveitar bem a liberdade para pregar. 


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