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Do Sertão ao Sertão Virtual: Rumo à Antifragilidade em Cristo

Por Célio Barcellos Enquanto trovões sacodem os céus, relâmpagos iluminam a atmosfera e a chuva cai forte, em casa observávamos a potência da natureza e, ao mesmo tempo, conversávamos sobre a vida, sobre o sofrimento das pessoas e até sobre a morte. Em certo momento, meu olhar se fixou na estante, detendo-se em duas obras clássicas da literatura brasileira: Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e Os Sertões, de Euclides da Cunha. A primeira retrata, com a pena seca e precisa de Graciliano, a dura existência do retirante Fabiano e de sua família, numa saga marcada pelas dificuldades extremas do sertão.  A segunda, estruturada em três partes — a terra, o homem e a luta —, descreve o ambiente, o caráter do sertanejo e os conflitos da guerra de Canudos. Dela vem a célebre frase de Euclides da Cunha: “O sertanejo, antes de tudo, é um forte”. Independentemente de o lugar ser o sertão ou de a pessoa ser brasileira, vejo que o ser humano é resiliente por natureza: extrai forças de onde aparent...

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